Arquivo de agosto de 2009
31 de agosto de 2009
Boa noite, zentchi!
Esta é a primeira vez que colaboro neste recém-criado blog da fofa da Twittess, então deixa eu me apresentar… Meu nome é Carolina Zanon do Nascimento, tenho 23 anos, sou jornalista por formação e adoÚro uma novidadezinha. Assim que a Tess resolveu criar seu blog, percebemos que ela precisaria de ajuda para alimentar seus seguidores, sedeeendo por novidades e tendências bacanérrimas, com informações quentinhas! Bom, agora vou fazer o que tenho pra fazer aqui: contar histórias.
Lá estava eu tomando meu café da tarde no domingo, com a TV ligada em algum canal aberto da rede televisiva brasileira (não é medo de identificar não, fiz a busca da reportagem nos sites do Fantástico e do Domingo Espetacular e não encontrei o conteúdo procurado). Então, começa uma entrevista sobre uma moça que tinha problemas de visão há anos e que usava sua lente de contato para correção, porém colorida, especificamente na cor verde.
A indivídua resolveu fazer a cirurgia corretiva e descobriu que existe uma nova técnica que colore os olhos com o implante de uma lente de silicone, no caso, esverdeada. Aquilo me deixou pasma, na reportagem o jornalista informou que isto é uma febre “estética” (caótica e horrível, achei que fica uó, bem artificial) ao redor do mundo, mas que no Brasil AINDA não foi liberada, IMAGINEM QUANDO ISSO VIRAR FEBRE POR AQUI, ai socorro! Mas e você? Sonha em ter olhos azuis ou verdes? Chegou a sua hora de brilhar!
Ainda no mesmo dia encontrei vídeos no YouTube que mostravam uma cirurgia que faz o implante de JÓIAS no olhos. Sim! Isso… No vídeo que acompanhei (com muito custo, porque aparece todo o procedimento cirúrgico), a mulherzinha acabou ficando com um coração de ouro branco no olho.
Afeeeee… Eu já tinha visto aquelas aberraçõezinhas, modernamente chamados de freaks (nada chics), com tatuagem nos olhos. Mas moçoilas princezéticas procurando “técnicas de beleza” deste nível foge da minha compreensão. Ain… To ovulando, como diz o Christian Pior.
Mais informações sobre:
IMPLANTES DE ÍRIS COLORIDAS ARTIFICIAIS
VÍDEO COM O IMPLANTE DE JÓIAS NOS OLHOS
SELEÇÃO DE ABERRAÇÕES QUE TATUAM OS OLHOS
Durmam bem, crianças!
por Carow sobre: cirurgia, jewel eye, jóia, lente de silicone colorida, olhos, vaidade
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31 de agosto de 2009
Making of – Elle UK com Lily Allen

A edição de outubro da revista ELLE UK é dedicada à cidade de Londres, e para isso, escolheram para a capa, a cantora, também inglesa, Lily Allen. Adoro o som dela, mas o que achei bacana nesta produção, além das fotos, é o vídeo que está disponível no You Tube mostrando os bastidores.
Lily aparece com uma peruca loira, e todo seu figurino apresenta peças de estilistas também ingleses… London Calling!
Outra coisinha sobre a Lily Allen, bem importante para quem curte o som dela, e está aqui, bem longe de Londres: os ingressos para os shows dela no Rio e em São Paulo começaram a ser vendidos. Os show fazem parte da turnê do álbum “”It’s Not Me, It’s You”, e acontecem agora no mês de setembro. Confira as datas e os locais:
SÃO PAULO – Dia 16 – Via Funchal: Rua Funchal, 65, Vila Olimpia, São Paulo. Tel: (11) 2198-7718. Horário do show: 22h. Ingressos: R$ 150 (mezanino), R$ 180 (pista), R$ 250 (camarote) e R$ 280 (pista premium)
RIO DE JANEIRO – Dia 17 – HSBC Arena: Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3.401, Rio de Janeiro. Tel: (021)3035-5200. Horário do show: 22h. Ingressos: R$ 120 (pista e nível 1) e R$ 240 (VIP e camarote).
E aí? Quem vai?!
por twittess sobre: bastidores, brasil, elle, lily allen, rio de janeiro, são paulo, show, uk
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28 de agosto de 2009
Direção de Arte, Arte Conceitual e Design de Produção. A identidade visual no cinema.

Imagens do espaço, vasto e vazio. Pequenas estrelas, poeira cósmica e silêncio. Alguns créditos discretos na imensidão da tela do cinema e traços brancos revelando-se lentamente. O zunido crescendo no ouvido e apenas uma palavra na escuridão: “ALIEN”.
Assim começou um dos filmes mais clássicos do cinema de terror. Dirigido por Ridley Scott em 1979, Alien marcaria uma geração por um fator muito especial, além de uma direção excelente, de uma fotografia perfeita (Derek Vanlint) e de um roteiro inteligente (Dan O’Bannon & Ronald Shusett), que unia ficção cientifica, suspense, terror e elementos de cinema gore e underground, Alien revelaria para o mundo o poder de três funções dentro da produção cinematográfica… Direção de Arte, Arte Conceitual e Design de Produção.
Uma atmosfera única e uma realidade sufocante. Um futuro sujo, frio e sombrio. Um mundo bizarro e formas de vida que parecem misturar partes de metal com fluídos orgânicos. Uma criatura impressionante, inteligente e tão bem desenvolvida, que parece ser fruto de milhões de anos de seleção natural e adaptação, migrando de planeta em planeta, de nave em nave. Tudo se encaixa com um inovador e visionário conceito de Biomecânica.
Alien é um marco do design no cinema, concretizado com o Oscar de Melhores Efeitos Visuais (Best Achievement for Visual Effects), recebido por H.R.Giger, designer suíço responsável pela criatura que intitula o filme e seu universo. O filme não revela apenas uma nova realidade, surreal e fantástica, mas descobre sua própria verdade e inteligência. Durante o filme as personagens temem uma criatura desconhecida e fazem perguntas que ninguém pode responder, ninguém exceto o próprio Alien, mas ele faz isso através de signos e formas, através de expressões e movimentos. Alien é um filme todo construído sobre o poder da imagem, explorando a fundo ilusões de ótica, texturas, contrastes e padrões de cores e formas, criando camuflagem e falsas noções de profundidade. Todo esse trabalho pode ser conferido no livro Giger’s Alien (Morpheus International, 1994)
Mas para todo esse trabalho ser impresso em uma película, ele deve começar muito antes. Normalmente no papel, ou numa WACOM hoje em dia. A criação visual de um filme começa com a Arte Conceitual (Concept Art).
Arte Conceitual geralmente define-se como uma fase onde o foco de produção está em ilustrações e pinturas. Representa a primeira manifestação artística de um projeto. É uma etapa para experimentar, testar e explorar conceitos. É a etapa onde os limites são apresentados apenas pela criatividade e capacidade de cada profissional, sem levar em conta a produção dos artefatos ou efeitos representados. É a etapa onde as idéias devem crescer e gerar impacto. O livro de Giger, citado acima, é um exemplo perfeito dessa etapa, mas outros livros e filmes também merecem ser citados aqui, um deles é o livro de produção de Batman – The Dark Knight.
Diferente de Alien, o universo apresentado nos filmes do homem-morcego não pretende ser fantástico, mesmo que realista, mas sim, pretende ser um universo extremamente real onde um único elemento fantástico, o Batman, possa ser crível. Apenas essa pequena mudança de perspectiva foi suficiente para resgatar a franquia do herói da DC, vitimada por excentricidades e apelos comerciais em 1997 (Batman & Robin), e colocá-la na segunda posição do ranking de todos os tempos da bilheteria americana (The Dark Knight, 2008), com um faturamento superior a 533 milhões de dólares.
A primeira imagem do filme na tela do cinema, com a qualidade impressionante de uma câmera 70mm, é exatamente uma tomada aérea de Gothan City. É uma cidade real como qualquer grande metrópole mundial, Chicago foi usada nas filmagens. Prédios de todos os estilos, muito vidro, muita alvenaria e contraste entre moderno e antigo, entre o formal e o casual. Esqueça a Gothan City gótica de Tim Burton, essa é uma forma de dizer ao expectador, desde o primeiro frame de filme, que essa história se passa em nossa realidade.
Se a história se passa na mesma realidade onde todos vivemos, o Batman (Christian Bale), por sua vez, é algo extraordinário. E esse foi exatamente o ponto onde o primeiro filme da nova franquia encontrou seu maior mérito. Batman Begins (2005), dirigido por Christopher Nolan, se reservou em desenvolver e apresentar duas personagens diferentes; Bruce Wayne e Batman. O filme quase não tinha vilão, pois Ra’s Al Ghul ficou mais marcado como Henri Ducard (Liam Neeson), que durante o período de treinamento de Bruce, foi um importante mentor. Nesse ponto, o filme é quase uma metalinguagem ao se falar de design e concept art, pois o próprio conflito da personagem é a criação do símbolo. O filme explora os conceitos necessários para a existência de um super-herói real e cria ao lado do expectador, toda a base necessária se fazer crer, restando para o segundo filme, a criação de seu nêmeses.
O Coringa é um dos conceitos de personagem mais felizes de todos os tempos, tanto como caracterização visual e interpretação, como representação dramática. Ao ler sobre o Coringa no livro da produção, é possível acompanhar a evolução do traço dos artistas, passando por palhaços bizarros e desajeitados, mímicos e homens de negócios, até chegar no desenho formal, porém debochado, do Coringa final (literalmente) de Heath Ledger. Esse coringa não precisa sorrir, sua cicatriz é muito mais forte e enigmática. Ao mesmo tempo que ela representa dor, desfiguração e é a marca de uma tragédia, ela é mascarada com deboche, representando um sorriso e mostrando a força que aquela pessoa tem em ver tudo como uma grande piada. Apenas esse pequeno detalhe, transformou um personagem tão conhecido e difundido na cultura pop, em algo totalmente novo e assustador, com uma complexidade psicológica impressionante.
Essa realidade também está presente em tudo o que cerca o Batman. O novo Batmóvel, a Batpod, a Batcaverna e até mesmo a inusitada, porém muito inteligente, Batpenthouse… Mas, para falar dessas coisa, melhor abordar a próxima etapa… O Design de Produção.
O desenho no papel parece uma mistura de um HUMVEE, com um tanque de Guerra, com uma lamborghini… Se trata do famoso Tumbler, também conhecido como o novo Batmóvel. Transformar o desenho em realidade é a função da equipe de produção do filme, mas inicialmente, um designer de produção terá que cumprir sua tarefa e vencer um desafio. O trabalho é o mesmo que o de criar um carro normal, exceto pela otimização. O Tumbler é produzido apenas para o cinema e por isso, seu custo é alto, seus materiais são únicos e sua produção é artesanal. O Designer precisa, em primeiro lugar, transformar o desenho em projeto, depois separar cada uma de suas partes e desenvolvê-las separadamente, para que todas funcionem perfeitamente. O carro também tem que ser modelado em 3D e em clay, testado e construído, como um carro normal. Adaptações e soluções ao conceito inicial acontecem nessa fase, e a responsabilidade de transformar as idéias em algo real e funcional, é do designer de produção. Seus projetos vão guiar engenheiros e toda a mão de obra que irá construir cada um dos elementos criados na etapa de concept-art.
O importante aqui, é lembrar que antes não havia a necessidade de pensar nas verdadeiras limitações e possibilidades de realização dos projetos. Arte conceitual serve para criar, para explorar o conceito. Agora, cabe ao designer de produção essa árdua tarefa de viabilizar a produção. É nessa etapa que a realidade entra em jogo. Além de dificuldades técnicas, o designer de produção deve trabalhar também com o foco no orçamento, pois seus projetos dependem de materiais e do trabalho de outros diversos profissionais para se concretizar. Por exemplo, o designer de produção pode definir entre a construção de um cenário real, ou uma maquete para determinada cena.
No filme The Dark Knight, por exemplo, o designer de produção Nathan Crowley, criou diversas miniaturas, além de um modelo em tamanho real da Batpod, para entender o funcionamento da mesma. O desafio estava em construir algo realmente veloz e preciso para ser usado no filme em complicadas seqüências de ação.
Outra curiosidade interessante, que vale ser citada nesse momento, aconteceu durante a produção da trilogia O Senhor dos Anéis. A Weta Workshop, responsável pela criação de todos os aparatos utilizados nos filmes precisava criar características diferentes para cada uma das raças. Para isso, ela separou grupos de profissionais para trabalhar em técnicas diferentes de forjar e modelar metal e outros materiais. O designer de produção da Weta, Richard Taylor, se baseou em diferente períodos da história da humanidade para definir os materiais, as técnicas e o níveis de acabamento diferentes entre as raças mais sofisticadas e as mais rústicas, criando um fator de produção além do estilo visual, de forma a diferenciar ainda mais cada cultura. Esse resultado pode ser visto claramente nas telas de cinema, enriquecendo muito a produção.
Tudo é criado em um roteiro, trabalhado e conceituado antes de ser desenhado. Os desenhos são adaptados, melhorados e finalizados antes de qualquer coisa ser produzida. Tudo primeiro tem que virar um projeto, tem que ser testado e otimizado. Sobre todo esse trabalho de construção visual, existe um guarda-chuva que se chama Direção de Arte.
A direção de arte é uma das primeiras funções a ser preenchidas na equipe de um filme. O diretor de arte geralmente começa a trabalhar desde cedo, junto com o diretor e o diretor de fotografia, contribuindo até mesmo no processo de decupagem de um roteiro, que é a separação do mesmo em planos de filmagem.
Além de coordenar diretamente o trabalho dos artistas conceituais e dos designers de produção, o diretor de arte ainda coordena outros diversos profissionais, como cenógrafos e figurinistas. Todos devem trabalhar com ele para alcançar um resultado único, que é a identidade do filme. Mas o verdadeiro trabalho do diretor de arte, acontece nos sets de filmagem.
Durante todo o percurso da pré-produção, o diretor de arte está coordenando uma equipe de profissionais que está criando e desenvolvendo os elementos e artefatos que ele irá compor no set de filmagem, quando seu trabalho junto ao diretor do filme e do diretor de fotografia, deverá garantir a luz certa e o enquadramento certo para explorar todo o trabalho investido em cada material. É o diretor de arte que garante que a identidade visual criada para o filme seja capturada pelas lentes da câmera e impressa na película.
Alguns filmes marcam mais visualmente que outros. Conseguem explorar melhor suas identidades. Alguns filmes, como Dick Tracy (1990), Moulin Rouge! (2001), O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei (2003), O Labirinto de Fauno (2006) e O Curioso Caso de Benjamin Button (2008) são só alguns exemplos memoráveis de filmes premiados com Oscar de Melhor Direção de Arte (Best Art Direction). Esse prémio leva em consideração toda a concepção visual e sua transmissão a partir da obra. Ou seja, a força com que os conceitos de design atingem cada expectador.
O design é realmente importante no cinema, e existe de maneiras diferentes em cada passo da produção de um filme, além de estar presente também na pós produção do mesmo, desde aberturas, vinhetas, logos e animações, até cartazes e materiais de divulgação.
É um mercado vasto com necessidade de bons profissionais que também está se expandindo no Brasil, junto ao crescimento recente do cinema nacional. Portanto, se você gosta de cinema e ainda pretende atuar na área, fique atento aos sites de oportunidades do mercado, como o www.telabrasileira.com.br e procure sempre desenvolver seu portfólio, lembrando que para o design no cinema, a força do conceito é o fator decisivo de sucesso.
Links:
Abertura de ALIEN
Livro Giger’s Alien
Livro de Produção de Batman – The Dark Knight
Site da Weta Workshop
@homeromeyer no Twitter
por homeromeyer sobre: alien, Batman, cinema, design, Giger, Ridley Scott
Categoria: Meninos | 25 Comentários »
28 de agosto de 2009

Queridos followers!
Muito bacana poder conversar com vocês, desta vez com um “pouquinho” mais de 140 caracteres.
Bem, primeiro de tudo, quero agradecer a todos os quase 67 mil seguidores da @twittess e os mais de 16 mil da @aliastes. Acredito que muitos de vocês sigam os dois perfis, então, sintam-se duplamente agradecidos. ^^
Obrigada a todos que me seguem, desde março de 2008, ou então que começaram a me seguir depois de uma indicação de #FF (Follow Friday) no próprio Twitter, ou por sugestão de um amigo, participação em reportagens de alguns blogs, programas de televisão ou revista impressa, e até aqueles que começaram a me seguir agora, depois da indicação de Melhor Twitter do Ano para o VMB09 (Video Music Brasil 2009) da MTV. Na verdade quando, não querendo desmerecer a indicação, não muda muita coisa.
O que importa é que estamos aqui, diariamente, trocando mensagens, links, notícias e um pouquinho do que pensamos sobre o mundo aí fora. E isso é ótimo, divertido, agradável, e muito, muito especial.
Os que adicionaram mais recentemente algum dos perfis, podem não ter entendido muito bem o porquê de co-existirem, e estão sem saber quem-é-quem nessa história. Sendo assim, preciso recapitular um pouquinho.
Há + ou – três meses atrás, eu só tinha o @twittess. Nessa época, aconteceu uma coisa bem chatinha: meu twitter foi hackeado. Foram algumas semanas sem “twittar” (abstinência!), e como não sabia se seria possível voltar com o mesmo perfil, eu criei o @aliastes, para ir informando o que acontecia.
Felizmente, depois de algum tempo o @twittess voltou. Eu fiquei com dó de cometer “twittercídio” no @aliastes, e decidi continuar “twittando” nos dois. Os meses foram passando, o número de seguidores das duas contas aumentando, e chegou um momento em que ficou impossível seguir com duas contas pessoais.
Com isso, quero dizer: chegou o momento de… unificar! \o/
É bem simples, calma.
O @aliastes vai continuar, você pode seguir, ele vai ser o twitter da Tess. Um twitter normal, chato, falando besteira e contando do meu dia. “Kind of boring”.
Já o @twittess vai continuar com a minha visão mais antenada, geek, postando os links que vocês gostam, e (tentando!) ser atenta às dúvidas, sugestões e opiniões que surgirem, como sempre foi. Se você me segue no @aliastes procurando as minhas dicas, eu aconselho a dar unfollow, e seguir a @twittess. Na medida do possível, eu vou dar follow-back em todos que me adicionarem por lá. No @aliastes, eu vou dar mass-unfollow, não vou receber mais DM (Direct Messages), e tals.
Isso tudo é para concentrar, poder dar mais atenção, e focar as nossas conversas.
Vai ser bem bacana, vocês vão sentir que vai ser bem melhor.
Bem, é isso!
Superobrigada pessoal, espero que entendam o porquê dessa mudança, é pra ser pra melhor.
E, claro, vamos continuar mostrando o poder dos anônimos/não-famosos aqui no twitter! Vamos ganhar o VMB!
Um mega beijo pra vocês.
por twittess sobre: @aliastes, @twittess, blog, MTV, twitter, VMB
Categoria: Sem categoria | 26 Comentários »
28 de agosto de 2009

Há dias que estou ansiosa com a publicação do meu lindo layout (ficou um xuxu, não?), e é com muito entusiasmo que escrevo: sejam muiiiito bem-vindos ao meu blog!
O conteúdo que repasso a vocês todos os dias estará guardadinho e muito bem organizado por aqui! Sendo assim, poderei utilizar outras ferramentas, além dos usuais 140 caracteres, como fotos, vídeos, podcasts e tudo mais! Estou tão contente, vocês nem imaginam!
Como a “brincadeira” do Twitter ganhou uma dimensão grande, achei bacana trazer mais pessoas com as quais me identifico, para gerar conteúdo aqui no blog, na seqüência apresento os figurinhas para vocês.
Para que meus assuntos mais femininos não ficassem chatos para os meninos que me acompanham, e vice-versa, achei bacana dividir o blog em dois grandes temas: “para meninas” e “para meninos”, o que vocês acharam?
Deixem seus recadinhos, porque a proposta é deixar este espaço não somente com a minha cara, mas com os traços de todos, super multi-cultural, como deve ser!
Beijo!
por twittess sobre: @twittess, blog, twitter
Categoria: Sem categoria | 32 Comentários »
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